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Exposição “Rhino Toy Art” no MUBE é prolongada

janeiro 31, 2010

CONVITE DA EXPOSIÇÃO - RHINO TOY ART

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Galeria Lourenço do Bem apresenta…

novembro 25, 2009

Galeria Lourenço de Bem

Apresenta::

[[Pela]TELA ARTEE

Curadoria: Lourenço de Bem

Produção de Arte: Lorena Ferraz C. Gonçalves

 

 

Artistas Atelier Lourenço de Bem

1. Akimi Watanabe (convidada)           1 1 . L i a Z v e i t e r (Aluna)

2. Celia Maldonado (Aluna)                      1 2 . Linda Khodr (Aluna)

3. Cinara Kichel (Aluna)                 1 3 . Lourenço de Bem (Professor)

4. Elizabeth Avelino (Aluna)               1 4 . Myrian D’Morato (Aluna)

5. Elisabete Ferrarezi (Aluna)          1 5 . S a l e t e H e n k e s ( A l u na)

6. Eny Junia (Aluna)                        1 6. S a l m a M a n z a n o ( Aluna)

7. Eusanete Sant’Anna (Aluna)       1 7 . S h e i l a B e a t r i z ( A l u na)

8. Geraldo Sardinha (Aluno)            1 8 . T e r e z a N e v e s ( A l u na)

9. Inez Campos (convidada)                    1 9 . V ivianne Rocha (Aluna)

10. Itiro IIda (Aluno)

Apresentação do Livro “Gesture and Art”

_ Ivald Granato (Editora Francis)

Serviço:

Vernissage abertura: 15/12/09, às 20h

Aberto ao público até 20/12/09, das 10h às 18h.

LOCAL: Galeria Lourenço de Bem

SMLN, MI 8, Conj. 2, casa 18B.

Lago norte, Brasília – DF
Informações: 61- 3409 1453 (atelier LB)

Lorena Ferraz 61 9995-3381 ou 3297-7292

http://atelierlourencodebem.blogspot.com/

A Galeria Lourenço de Bem é o mais novo espaço de arte de Brasília. Possui uma arquitetura e ambiência privilegiadas – alternativo e diferenciado – é um lugar onde todas as ARTES têm seu espaço: a pintura, a escultura, a culinária, a música, a literatura e a arquitetura. Através de seu Atelier Lourenço de Bem realiza, no dia 15 de dezembro de 2009, a Exposição Coletiva [P]TELA ARTE. Vinte de seus melhores artistas e convidados nos brindarão com o melhor da arte de Brasília. Convite em anexo.

 

INFORMAÇÕES: (61) 3409-1453

HTTP://ATELIERLOURENCODEBEM.BLOGSPOT.COM/

Fora de época, mas bela como sempre.

novembro 9, 2009

E neste mês de novembro, no Ed. Villa Lobos Cultural, inicia a “Exposição de Primavera 2009 | Cia Arte Cultura”.

Serão 20 artistas, com diferentes linguagens, diferentes pontos de vista da arte.

 

edvillalobos.expoprimavera.convitefinalweb

+informações 11 3034 5516.

smart street art

outubro 29, 2009

O smart fortwo é um carro para duas pessoas, sucesso na Europa (a gente sempre vê em algum filme!) e que foi lançado em abril aqui no Brasil. Mas não estou aqui exatamente para falar no carro, mas sim no evento que a Mercedez Benz criou para promover o smart aqui, o Urban Stage São Paulo, agregando o DNA urbano do carro ao evento, além de aliar criatividade e sustentabilidade.

O que poderia ser mais urbano no Brasil que fazer um evento de street art em São Paulo? Foi exatamente isso que aconteceu no mês passado, durante 10 dias em um galpão na Oscar Freire. Numa mistura de galeria, atividades culturais e compras (bem urbe mesmo!) foram convidados grafiteiros nacionais e internacionais para sessões de live-paiting, em que o carro fazia o papel de muro, abordados temas sobre soluções criativas para os problemas cotidianos em São Paulo, entre outras atividades, como o Cinema Day e o LOHAS Day (Lifestyle of Healthy and Sustentability Day).

Além disso, o evento teve como parceira a ROJO, revista de design e arte contemporânea espanhola, que já participa de outras ações da smart pelo mundo. O projeto chamado de ROJO® Out smart Urban Stage São Paulo contou com os artistas Tony de Marco e Apo Fousek (Brasil), Eltono (França), OVNI e Nuria Mora (Espanha), Tofer e MWM (EUA.) e Manuel Osterholt/Superblast (Alemanha), curados por David Quiles e José Aluizio Guimarães, que saíram pelas ruas de São Paulo (mais precisamente a Avenida Juscelino Kubitschek e as proximidades do Parque Ibirapuera) com a missão de cobrir com criatividade 11 prédios de concreto, sendo o maior deles de 12m de altura (um total de 400m quadrados).  Ao invés de sprays, principal instrumento desses artistas, foram usadas tintas de parede. Alguns subiram nos andaimes e botaram a mão na massa mesmo, outros fizeram o desenho de seu trabalho, mas pediram uma forcinha dos colaboradores para pintarem as altas paredes.  O resultado não poderia ser diferente: ruas coloridas, cheias de vida e arte!

®Out Urban Stage SP - Eltono

®Out Urban Stage SP - Nuria

®Out Urban Stage SP - MWM

®Out Urban Stage SP - MWM

®Out Urban Stage SP - Ovni

®Out Urban Stage SP - Ovni

®Out Urban Stage SP - Tofer

®Out Urban Stage SP - Tofer

®Out Urban Stage SP - Tony de Marco + Superblast

®Out Urban Stage SP - Tony de Marco + Superblast

®Out Urban Stage SP - MWM

®Out Urban Stage SP - MWM

®Out Urban Stage SP - Foto por Eltono

®Out Urban Stage SP - Eltono

®Out Urban Stage SP - Foto por Eltono

®Out Urban Stage SP - Eltono + Nuria

A arte de ser sustentavel – Inventi Projetos

outubro 25, 2009

Estamos em uma época que sustentabilidade já faz parte do nosso dia-a-dia. Sabemos que antigamente era uma palavra desconhecida, poucos se interessavam, e pior de tudo é que poucos se preocupavam. Hoje levamos “broncas” de nossos irmãos mais novos, de crianças pequenas, de crianças que nasceram já com esse novo conceito de vida. Esparamos que possamos educa-las de uma maneira que sejam responsaveis por seus atos. Ninguem aqui precisa ser um chato ecológicamente correto para ser responsavel. Casa um tem que cuidar e pensar nas consequencias de cada ato.

Pensando também nisso muitas empresas tornaram-se sustentaveis. Como exemplo de uma empresa envolvida com arte, temos a Inventi Projetos (Sim, também podemos mudar uma partizinha do mundo fazendo arte) e provavelmente muitas outras ai no mercado, mas que por “preconceito” e o fato do preço ser mais elevado, não são tão conhecidas.

Hoje é dia de falar da Inventi Projetos, que é uma empresa que está no mercado desde 1997, com uma equipe com  mais de 15 anos atuando na área de eventos. A empresa é dirigida por Fernando Nacarato (arquiteto) e realiza projetos de cenografia. Associado à também arquiteta e esposa Thaís Bechara, a Inventi Projetos ganhou mais projetos de arquitetura com as ilustrações em 3D criadas por ela.

As empresas de cenografia acabam criando uma grande sobra de materias, após realizados os projetos. “Preocupado com o destino das sobras dos trabalhos, Fernando implantou uma política de aproveitamento máximo de materiais e assim, começou a criar e desenvolver mobiliários e luminárias com materiais reciclados. Motivado com o resultado deste trabalho e ampliando o olhar sobre a transformação de acessórios descartáveis em arte, começou a recolher calotas de carro e dessas peças cria esculturas impressionantes!” (Inventi Projetos, 2009 – sobre a inventi).

conheça as obras em www.inventiprojetos.com.br

Arte no Pé – Nike e David Browings

outubro 23, 2009

Quem é louco por tênis aqui? ou pelo menos aprecia um tênis que faça parte do look com dignidade? Acha que tênis não é apenas um pano com uma sola para pisar em cima e F***-**?

Tênis é arte do dia-a-dia, e quem acredita nisso também é a Nike, que convidou o ilustrador inglês David Browings para “encrementar” uma vitrine em Bristol.

Segue post da Agência André Godói

O ilustrador inglês David Brownings desenhou uma série de tênis da marca Nike a mão, e montou um por um para uma vitrine de uma loja em Bristol. A ideia gerou um repercussão grande, muita gente gostou, e agora ele passou a criar projetos especias, também feitos a mão, sob encomenda! Se você quisér um par de tênis de papel, por exemplo, basta apenas desembolsar £30 mais taxa e frete. Para saber mais sobre seu trabalho, clique aqui!

Blog: O GRITO DO PING

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Qual é a referência artística dessa geração?

outubro 22, 2009

E aí galera, espero que vocês estejam gostando do nosso blog! Estamos usando isso aqui como uma caixa de experiências, há muitas coisas sendo moldadas ainda, conforme percebemos o que funciona melhor, então seria legal uma resposta de o que vocês estão achando também.

Esse post não é sobre nenhuma exposição de arte que está rolando, nenhum festival, concurso ou galeria. É um tanto reflexivo, mas talvez nenhuma novidade, talvez uma surpresa quanto a nossa percepção sobre as nossas próprias referências contemporâneas, digo próprias porque me incluo nessa geração, mas talvez, e provavelmente, uma pessoa mais nova ou mais velha não tenha as mesmas referências que a minha.

Enfim, sem mais lero-lero, li esse texto do  Chico Homem de Melo (designer e professor da FAU da USP) no site abcDesign e achei muito interessante, depois me digam o que vocês acharam:

19/10/2009

Chico Homem de Melo

Relato de uma experiência: durante quatro meses, vinte estudantes de arquitetura desenharam livremente. No final, um terço dos desenhos giraram em torno de uma mesma referência cultural. Adivinhe que referência é essa.

Explicações necessárias

  • Contexto: disciplina optativa de último ano de curso de arquitetura, ministrada em universidade pública, no primeiro semestre de 2008.

  • Número de estudantes: 20.
  • Material fornecido a cada estudante: um caderno de 120 páginas. Exercício solicitado: cada estudante deveria fazer um desenho por dia, 120 desenhos no total.
  • Tema livre, técnica livre. Orientação dada aos estudantes: desenhe qualquer coisa; pode ser do seu cotidiano, pode ser o que você está vendo, pode ser o que você não está vendo, podem ser rabiscos, podem ser linhas soltas. Tanto faz, o importante é desenhar todo dia. Uma ressalva: só não vale colagem, tem que ser desenho autográfico (ou seja, feito a mão); não pode pegar o papel de bala e colar na página; se quiser, desenhe o papel de bala, ou a nota fiscal do supermercado, ou a fotografia da revista. Pode tudo, desde que seja feito a mão.
  • Total de desenhos: 20 alunos x 120 desenhos por aluno = 2.400 desenhos.

No final do semestre, cadernos entregues, o que temos como balanço? Qual ou quais são os temas recorrentes, as referências culturais e visuais que compõem o repertório mobilizado cotidianamente pelos estudantes?

Uma surpresa: cerca de 800 desenhos — um terço do total! — adotaram uma referência muito precisa. Nenhum outro tema chegou sequer perto disso. Vamos tentar adivinhar que referência é essa; em outras palavras, vamos tentar adivinhar o que essa moçada tem na cabeça.

Primeira hipótese: a cidade

Qual é o signo mais potente da cultura contemporânea? A cidade, sem dúvida. A cultura atual poderia com tranquilidade ser chamada de cultura urbana. Portanto, qual seria a aposta certa quanto ao tema mais frequente dos desenhos? A cidade, em todas as suas infinitas possibilidades de olhares e de desenhos.

Balanço: o tema da cidade não chegou a 40 desenhos. 2% do total, aproximadamente.

Segunda hipótese: a arquitetura

Os estudantes que fizeram os desenhos são estudantes de quê? De arquitetura. Em que lugar vivemos todos nós? Em espaços construídos, em edifícios. Nada mais natural, portanto, que sejam eles os temas recorrentes dos desenhos. Planos gerais, detalhes, composições, modulações, ritmos, um universo sem fim de estímulos para o desenho.

Balanço: o tema da arquitetura não chegou a 40 desenhos. 2% do total, aproximadamente.

Terceira hipótese: a arte

Onde está ancorada nossa cultura de desenho? Na arte, ora essa. É ela que nos ensina a desenhar. E a arte abstrata, então? Gestos soltos, geometrias rigorosas, é um nunca acabar de opções para o desenho. Grandes artistas e grandes obras povoam nosso imaginário. Vão predominar as referências das artes visuais, com toda certeza.

Balanço: o tema da arte não chegou a 20 desenhos. 1% do total, aproximadamente. E ninguém pense que surgiram referências de arte contemporânea, de arte brasileira, do abstracionismo informal ou geométrico. Apareceram alguns Monets, alguns van Goghs, dois ou três Klimts, e só.

Quarta hipótese: o design

O que conforma o nosso cotidiano? O design. Estamos cercados de design por todos os lados. Vivemos hoje o mundo das marcas, dos objetos. O design está nas revistas, nos anúncios, nas embalagens, nas capas dos cds; ou ainda no mobiliário, nos carros, nos objetos — na caneta, no celular, na garrafa do refrigerante. Em tudo. É o design que vai predominar, não tem escapatória.

Balanço: o tema do design não chegou a 40 desenhos. 2% do total, aproximadamente. Nem uma marquinha sequer, nem um mísero swoosh da Nike, uma Coca-Cola, nada, nada, nada. Algumas cadeiras, algumas luminárias, uma ou outra tipografia, e olhe lá.

Quinta hipótese (bingo!): a internet

Parafraseando o dito célebre: — É a internet, estúpido! Esses jovens fazem parte da primeira geração que nasceu sob a égide do computador. Seu ambiente não é mais a sala de estar, é o espaço virtual. É uma geração que opera em rede. A internet já penetrou no DNA. Discutir as referências da cultura contemporânea passa inapelavelmente pela internet.

Balanço: a visualidade da internet não foi abordada por um único desenho sequer. Repetindo: nem um único desenho sequer. 0%. Nada vezes nada.

Sexta hipótese: os games

Claro, claro, não é a internet, são os games que efetivamente mobilizam essa moçada. Baralho, pipa, bola de gude, Lego? Em que século nós estamos, afinal? O espaço do lúdico migrou para a mídia eletrônica, é lá que estão as verdadeiras aventuras, os verdadeiros desafios. Um universo paralelo, auto-suficiente. O game é a nova realidade onde vive a juventude.

Balanço: a visualidade dos games não foi abordada nem por um singelo desenhinho. Nada de nada. 0%.

Sétima hipótese (última tentativa): seria a televisão, o cinema, o vídeo, a fotografia? Seria a moda? O grafite, a pichação? Seria o futebol, os esportes radicais? Quem sabe sexo, drogas e rock’n’roll?

Não, não, não não. Nenhuma Rede Globo, nenhum Indiana Jones, nenhum retrato de celebridade, nenhuma camiseta esperta, nenhum grafite, nenhuma pichação, nenhum gol do domingo, nenhuma prancha de surf, nenhum erotismo, nenhuma pornografia. Nada. 0%.

Chega. Afinal de contas, qual foi o tema desses 800 desenhos?

A resposta

Quadrinhos. Isso mesmo: quadrinhos. Um leque razoavelmente variado: Snoopy e Calvin, mangás, super-heróis. Mangás mais para as meninas, heróis mais para os meninos. Nenhum Disney. Graphic novels, só um pouco; parece que Frank Miller, Bill Sienkiewicz, Dave McKean & companhia ainda não correm soltos nas veias da moçada.

Explicando melhor o resultado: nenhum estudante desenhou uma história em quadrinhos. O que se observa é que os quadrinhos foram adotados como referência visual desses 800 desenhos. E a referência identificada é a dos quadrinhos impressos, não a do desenho de animação, ou dos personagens de games. Quem alimenta os desenhos e a cultura visual dos estudantes são os personagens que habitam as páginas dos gibis.

[Uma pergunta provável: e o que apareceu no restante dos desenhos? Nenhuma outra temática específica se destacou; desenhos de figura humana, de folhagens, rabiscos soltos, anotações casuais, o gato, o cachorro. Alguns bons desenhos, outros fracos, nada que chamasse especialmente a atenção, ou que permitisse identificar uma referência cultural mais nítida. Cerca de 400 folhas em branco, também.]

Não é uma conclusão científica, não tem força de lei, mas tudo indica que, quando se trata de desenhar livremente, essa moçada tem quadrinhos na cabeça, mais do que qualquer outra coisa. Algo para se pensar a respeito.